Dias 2, 3 e 4 do corrente, a equipe Bragança Esporte de Força esteve presente na Copa do Mundo de Supino, grande evento esportivo realizado em Peruibe.
Estiveram representados mais de dezenove países, entre eles, destacamos a França, Argentina, Colombia, Equador, Itália e Hungria.
A Equipe Bragança Esporte de Força foi bem preparada para essa competição e seus atletas conseguiram bons resultados, com Carlinhos sagrando-se vice-campeão, na categoria 82 kg, submaster; Volpone ficou na 3ª. colocação, categoria 67 kg. adulto; Piu foi o campeão na categoria 82 kg junior e 3.º colocado no adulto; Doni, 3ª. colocação na categoria 67 kg. submaster e Mauricio, 3.º lugar categoria até 82 kg, subjunior.
Integrantes da Equipe, através do BJD, agradecem à Secretaria Municipal da Juventude, Esportes e Lazer pelo apoio oferecido que foi de grande valia para essa conquista.
FAMÍLIA VOLPONE DE SOUZA
quarta-feira, 28 de janeiro de 2015
Equipe Bragança Esporte de Força fica em 3.º lugar em competição
Carlinhos e Volpone sairam-se muito bem em mais uma importante competição.
Aconteceu no sábado último, em Atibaia, o Campeonato Regional de Levantamento Terra, onde mais uma vez a Equipe Bragança Esporte de Força esteve representando Bragança Paulista e obteve o 3.º lugar por equipe, através dos atletas Carlinhos e Volpone, da Academia Cyro’s.
O técnico Carlinhos, em contato com o BJD, ressaltou que “a equipe, mais uma vez, não contou com apoio oficial ou de patrocinadores.
O técnico Carlinhos, em contato com o BJD, ressaltou que “a equipe, mais uma vez, não contou com apoio oficial ou de patrocinadores.
CARLINHOS E VOLPONE
JUDÔ – arte marcial do caminho suave
A arte marcial surge num período em que os homens, os povos precisavam sobreviver e tinham de utilizar o corpo como escudo e arma para se defender. Muitas sociedades criaram sua arte marcial, a arte da guerra, uma luta que visava imobilizar e matar seu oponente. Era uma necessidade da época, mais precisamente na Antiguidade. Com o passar do tempo, armas poderosas foram criadas tornando a arte marcial inútil contra um canhão. Porém muitos mestres aperfeiçoaram a arte marcial tornando-a esporte, esporte de competição, defesa pessoal, estilo e filosofia de vida, enfim, a arte marcial deixou de ser uma arte de guerra, e passou a ser um esporte, homenageando deuses, como Marte – dependendo da cultura.
Jigoro Kano, nascido no Japão do século XIX, preocupado com a violência entre jovens praticantes de artes marciais, estudou várias técnicas de ju-jitsu, retirando golpes muito agressivos, aplicando conhecimento científico de física, anatomia, biologia, entre outras ciências, criou o judô e conseguiu inseri-la no currículo das escolas do Japão. Com isso Kano criou uma arte marcial capaz de integrar seus praticantes, educar e disciplinar, fortalecer músculos, desenvolver a coordenação motora, desenvolver a inteligência, lapidar o caráter, elevar a auto-estima, proporcionar a superação de desafios, purificar a alma e estabelecer a harmonia entre corpo-mente-espírito, um esporte, um estilo de vida, uma filosofia.
O judô foi estudado por muitos especialistas, entre eles, da Unicamp que concluíram que a prática do judô melhora o desempenho das crianças na escola, pois desenvolve a inteligência estimulando vários hemisférios do cérebro. O judoca tem que estudar, pensar, refletir, meditar, isso tudo beneficia o corpo, a mente e o espírito do praticante do judô.
O praticante de judô aprende a respeitar uma hierarquia, os mais velhos, os mais graduados, seus semelhantes e os menos graduados. Aprende a refletir antes de agir, controla seus impulsos, sua ansiedade, o medo, a fraqueza. Aprende a superar suas dificuldades tornando-se mais forte, determinado, seguro, confiante, correto, justo.
Por mais frágil que pareça, um judoca pode surpreender com sua técnica, pois aprende a utilizar a força e o tamanho do adversário a seu favor.
A pratica do judô não exige força, idade, corpo atlético, basta querer praticar e sua dedicação o levará a resultados positivos respeitando as limitações de cada atleta.
Cada queda, cada lesão, cada dificuldade, cada decepção, leva o judoca a refletir. A reflexão leva a superação. A superação transforma o judoca num super ser humano, capaz de refletir, agir com sabedoria, honra e dignidade, não se acovardar diante as dificuldades e sempre buscar a superação aos desafios que a vida impõe.
Jigoro Kano, nascido no Japão do século XIX, preocupado com a violência entre jovens praticantes de artes marciais, estudou várias técnicas de ju-jitsu, retirando golpes muito agressivos, aplicando conhecimento científico de física, anatomia, biologia, entre outras ciências, criou o judô e conseguiu inseri-la no currículo das escolas do Japão. Com isso Kano criou uma arte marcial capaz de integrar seus praticantes, educar e disciplinar, fortalecer músculos, desenvolver a coordenação motora, desenvolver a inteligência, lapidar o caráter, elevar a auto-estima, proporcionar a superação de desafios, purificar a alma e estabelecer a harmonia entre corpo-mente-espírito, um esporte, um estilo de vida, uma filosofia.
O judô foi estudado por muitos especialistas, entre eles, da Unicamp que concluíram que a prática do judô melhora o desempenho das crianças na escola, pois desenvolve a inteligência estimulando vários hemisférios do cérebro. O judoca tem que estudar, pensar, refletir, meditar, isso tudo beneficia o corpo, a mente e o espírito do praticante do judô.
O praticante de judô aprende a respeitar uma hierarquia, os mais velhos, os mais graduados, seus semelhantes e os menos graduados. Aprende a refletir antes de agir, controla seus impulsos, sua ansiedade, o medo, a fraqueza. Aprende a superar suas dificuldades tornando-se mais forte, determinado, seguro, confiante, correto, justo.
Por mais frágil que pareça, um judoca pode surpreender com sua técnica, pois aprende a utilizar a força e o tamanho do adversário a seu favor.
A pratica do judô não exige força, idade, corpo atlético, basta querer praticar e sua dedicação o levará a resultados positivos respeitando as limitações de cada atleta.
Cada queda, cada lesão, cada dificuldade, cada decepção, leva o judoca a refletir. A reflexão leva a superação. A superação transforma o judoca num super ser humano, capaz de refletir, agir com sabedoria, honra e dignidade, não se acovardar diante as dificuldades e sempre buscar a superação aos desafios que a vida impõe.
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